Pular para o conteúdo principal

A mente, mente

Se uma pessoa acredita com convicção que “não é boa o suficiente”, o campo vibracional dela vai moldar a realidade em torno disso:

📍Pessoas a tratam como inferior

📍Oportunidades não fluem

📍Relações se repetem em ciclos de desvalorização

A convicção não distingue sozinha se aquilo que você acredita é verdade universal ou apenas uma crença limitada.

Porque?

Porque  o campo eletromagnético da convicção está enviando esse comando pra você:

Essa é a minha verdade. É isso que eu reconheço como real.

Então o Universo responde com fidelidade...            

Você acaba tendo fé inabalável em algo falso, que na verdade é uma prisão mental.

Veja que, se você sintoniza numa estação de dor, mesmo com sinal forte, você vai ouvir dor.  Não importa o quão boa seja a antena… o que importa é em que frequência ela está sintonizada.

📍Questione suas certezas.

📍Observe o resultado da sua convicção.

📍Está criando amor, expansão, leveza? Ou medo, esforço, dor?

📍Traga consciência para onde está aplicando seu poder criativo.

A convicção sem consciência é como um farol potente… apontado para o abismo.


A escada 🪜 de giz 👆🏼é igual a fé construída com o giz da mente humana.


Ela representa:

📍Uma fé que parece real, mas é sustentada por crenças mentais limitadas.

📍Um caminho “para o alto” que depende da ideia de esforço, hierarquia, superioridade espiritual, sacrifício externo.

📍Uma estrutura feita de ilusões, condicionamentos, dogmas, medos.


💧 Quando a água (consciência) chega…

Ela revela que:

📍Nada daquilo era sólido.

📍Não havia degraus.

📍O caminho nunca foi “para cima”, mas para dentro.     


Então:

A escada representa uma fé montada sobre ideias, mitos e formas mentais do ego.

Mas a água 💦 que dissolve é o símbolo da fé verdadeira, que flui do Ser interior conectado à Fonte.

📝 “Você tem subido escadas de giz, acreditando que Deus está no alto... E se Ele sempre esteve em silêncio, logo aí, dentro?”      


O ato de “subir” a escada = ilusão de progresso:

🪜 A pessoa acredita que está subindo. Age como se estivesse alcançando algo maior.

Só que isso representa a busca espiritual baseada no esforço, julgamento, conquista externa.

É o ego tentando alcançar o divino sem perceber que já está dentro dele.    

Se você acredita em separação, esforço, punição, é isso que verá. Mas se dissolver a escada 🪜 , encontrará o chão da Unidade com o Divino.     

A mente desenha um caminho (a escada): é a crença.

A pessoa entra nesse caminho como se fosse real: é a fé cega em algo criado pela cultura.  

A água (Consciência, Verdade) revela que nada daquilo era sólido ou verdadeiro.


A percepção se expande.🤯

O chão é plano. Deus nunca esteve "lá em cima" nem "castigando".   


Como isso se aplica hoje?

📍Quantas escadas desenhamos com nossos medos?

📍Quantas vezes subimos degraus de culpa, esforço, punição... achando que estamos evoluindo?

Mas tudo isso são formas mentais, não a verdade do Ser.

📍E se a inteligência que faz uma célula operar perfeitamente também estivesse disponível para te guiar nas decisões da sua vida?

📍Como seria sua vida se você confiasse mais nessa inteligência silenciosa do que nos gritos da mente ansiosa?

📍Será que você tem vivido como se fosse separado dessa Fonte?

📍Se tudo é consciência, até onde suas crenças estão moldando a aparência da sua realidade? certezas.

📍Observe o resultado da sua convicção. Está criando amor, expansão, leveza? Ou medo, esforço, dor?

📍Traga consciência para onde está aplicando seu poder

criativo (seus milagres). 


A convicção sem consciência é como um farol potente… apontado para o abismo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O valor do que é seu

  📖   O valor do que é seu Frase de apoio: “O olhar dos outros pode ser um espelho distorcido — mas só você sabe o valor da sua celebração.” 🌑 O Conto Maria arrumou seu salão com cuidado. O bolo simples no centro da mesa, o champanhe borbulhando nas taças. Não era luxo, mas era sua coragem de celebrar. O espaço se encheu de risadas, abraços e música. No meio da festa, sua amiga Cláudia a puxou de lado e cochichou: — “Maria… ouvi um convidado dizendo que seu champanhe é barato e que o bolo não é nada demais.” O coração de Maria apertou. A velha voz do orgulho sussurrou: “Será que vão me achar menor?” Mas ela respirou fundo e respondeu com um sorriso: — “Talvez seja barato para eles, mas para mim tem o gosto mais caro do mundo: o da minha coragem.” Maria voltou ao brinde. O sabor da festa estava dentro dela. Cláudia, porém, não percebeu que seu gesto de “ajuda” era também uma forma de carregar a crítica adiante. Ela não queria machucar Maria, mas nem toda opin...

O Jardim dos Vagalumes: entre a luz verdadeira e a falsa liberdade

Introdução:  Nem toda luz é arrogância. Nem toda escuridão é ignorância. Este conto fala sobre coragem, humildade e o desafio de brilhar sem se perder do caminho interior. Mas também traz um alerta sutil — porque, às vezes, ao tentarmos justificar nossas sombras como “autenticidade”, corremos o risco de nos afastar ainda mais de quem realmente somos.   O Jardim dos Vagalumes Era uma vez um jardim esquecido, onde poucos ousavam entrar. Nele, pequenos vagalumes viviam escondidos na relva, acostumados à escuridão que reinava há tanto tempo. Certa noite, uma jovem vagalume — cansada do peso do breu — decidiu que tentaria algo diferente: ela acendeu sua luz. Não era uma luz constante. Oscilava. Fraca às vezes, intensa em outras. Mas era sua. E por ser verdadeira, mesmo trêmula, iluminava um pequeno espaço ao seu redor. Alguns vagalumes observaram maravilhados. Pensaram: “Se ela consegue, talvez eu também possa tentar…” E começaram, timidamente, a pulsar suas próprias...

Sabedoria que Guia, Não que Impõe!

Seção 1   Seção 2   Seção 3   Seção 4 Seção 1  Estudos sobre o arquétipo do Hierofante (Papa) Rael e a Dança das Crenças: Quando Ensinar é Inspirar, Não Impor Rael dedicava seu tempo a estudar astrologia, ciclos lunares e a sinergia entre a Terra e o cosmos. Ele acreditava com tanta força nessas energias que, para ele, essas crenças eram tão reais quanto o sol e a lua que via todos os dias.  Rael amava compartilhar suas ideias e mostrar aos outros como interpretar o céu para entender melhor a si mesmos. ✏️Porém, esse lado do arquétipo do Hierofante tinha um aspecto sombrio: ele não aceitava com facilidade que as pessoas questionassem suas crenças . Quando alguém expressava dúvida ou se mostrava cético, Rael ficava frustrado, insistindo que seus estudos eram verdades universais , algo que todos deveriam entender e seguir. Certo dia, uma jovem chamada Lina, curiosa mas com uma visão própria, aproximou-se de Rael e lhe perguntou sobre os astros. Ela qu...