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O valor do que é seu

  📖   O valor do que é seu Frase de apoio: “O olhar dos outros pode ser um espelho distorcido — mas só você sabe o valor da sua celebração.” 🌑 O Conto Maria arrumou seu salão com cuidado. O bolo simples no centro da mesa, o champanhe borbulhando nas taças. Não era luxo, mas era sua coragem de celebrar. O espaço se encheu de risadas, abraços e música. No meio da festa, sua amiga Cláudia a puxou de lado e cochichou: — “Maria… ouvi um convidado dizendo que seu champanhe é barato e que o bolo não é nada demais.” O coração de Maria apertou. A velha voz do orgulho sussurrou: “Será que vão me achar menor?” Mas ela respirou fundo e respondeu com um sorriso: — “Talvez seja barato para eles, mas para mim tem o gosto mais caro do mundo: o da minha coragem.” Maria voltou ao brinde. O sabor da festa estava dentro dela. Cláudia, porém, não percebeu que seu gesto de “ajuda” era também uma forma de carregar a crítica adiante. Ela não queria machucar Maria, mas nem toda opin...
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Mas.. não é dando que se recebe?

Na vida espiritual ou em relações mais equilibradas, sim: dar gera fluxo, dar abre espaço para receber . Mas nas relações afetivas marcadas por feridas, acontece algo diferente: a pessoa dá para sobreviver , não para compartilhar. ✨ Quando o “dar” vem do medo de perder, da ansiedade de ser esquecida ou da tentativa de comprar presença, ele não abre fluxo. Pelo contrário: cria desequilíbrio . É como regar um terreno seco demais — a água não penetra, só desaparece. Então a diferença é: Dar consciente (amor saudável): vem de plenitude, e naturalmente gera troca. Dar de sobrevivência (amor ferido): vem de falta, e acaba atraindo mais falta. 🔹 Perguntas reflexivas Quando eu dou, faço isso para compartilhar o que já transborda em mim… ou para não perder alguém? Eu me sinto nutrida depois de dar, ou me sinto mais vazia? O que eu espero receber de volta quando ofereço tanto? Se eu não desse nada hoje, eu teria medo de ser esquecida? Meu amor vem de confiança ou de an...

O Diabo não precisa te odiar..

  Como essa ideia pode aparecer em diferentes áreas: 💼 Trabalho Você tem um projeto importante, que pode abrir portas no futuro. Mas em vez de se dedicar, passa o dia respondendo mensagens sem importância, entrando em discussões no WhatsApp do trabalho ou olhando notícias sem fim. 👉 No fim do dia, nada foi construído. Distração. Se você tivesse dado foco ao projeto, estaria mais perto do seu propósito e de frutos reais. 💼  Trabalho 👉 O que você fez hoje realmente te aproximou do seu propósito ou só te manteve ocupado? 🙏 Fé / Espiritualidade Você sente vontade de orar, meditar ou ler algo que fortaleça sua fé. Mas acaba ligando a TV e passando horas em programas que não acrescentam nada. 👉 A fé não é atacada de frente, só deixada de lado. Se tivesse escolhido aquele tempo para se conectar com Deus ou consigo mesmo, sentiria mais clareza e paz. 🙏  Fé / Espiritualidade 👉 Você está alimentando sua alma ou apenas consumindo distrações? ❤️ Relacionamentos V...

A mente, mente

Se uma pessoa acredita com convicção que “não é boa o suficiente”, o campo vibracional dela vai moldar a realidade em torno disso: 📍Pessoas a tratam como inferior 📍Oportunidades não fluem 📍Relações se repetem em ciclos de desvalorização A convicção não distingue sozinha se aquilo que você acredita é verdade universal ou apenas uma crença limitada. Porque? Porque  o campo eletromagnético da convicção está enviando esse comando pra você: Essa é a minha verdade. É isso que eu reconheço como real. Então o Universo responde com fidelidade...             Você acaba tendo fé inabalável em algo falso , que na verdade é uma prisão mental. Veja que, se você sintoniza numa estação de dor, mesmo com sinal forte, você vai ouvir dor.  Não importa o quão boa seja a antena… o que importa é em que frequência ela está sintonizada. 📍Questione suas certezas. 📍Observe o resultado da sua convicção. 📍Está criando amor, expansão, leveza? Ou medo, esforço, dor...

O Gato e o Homem

Numa casa no fim de uma rua qualquer, viviam dois seres que nunca se entendiam: o Gato e o Homem. O Gato era livre. Pulava telhados, gemia alto, provocava a noite com sua fome e seu cio. Amava o vento, a confusão, o instinto. Ninguém o segurava. Quando queria leite, miava; quando queria amor, arranhava. O Homem, por outro lado, vivia cansado. Vivia tentando manter a casa em ordem, o corpo em ordem, a mente em ordem. Mas não conseguia dormir. O Gato fazia barulho demais. Era sexo demais. Vontade demais. Vida demais. Todas as noites, o Homem jogava objetos contra o teto, tentava calar os gritos felinos. Não aguentava mais aquela criatura incontrolável. E o Gato, em troca, afiava as garras. Jurava que ia derrubar aquele Homem do trono. “Ele me reprime. Ele quer me domar. Ele quer silenciar minha natureza”, pensava. O conflito crescia. Até que um dia, uma telha caiu. Bem no centro da cabeça do Homem. Silêncio. Paz. O Gato andou pela casa como um rei vitorioso. Afinal, o dono havia morrido....

Ele foi embora sem aviso. Mas a pergunta é: por que eu fiquei ali tanto tempo?

Ela não entendeu quando aconteceu. Foram meses de conversas, toques, promessas. Palavras ditas com calma, com fé. Até Deus tinha sido colocado ali no meio — como quem sela algo sagrado. E então, do nada… silêncio. Sem briga, sem explicação. Um apagar de luz. Como se nada tivesse existido. Ela procurou, perguntou, rezou. Queria entender. Por quê? Até que veio uma frase dessas prontas: "Deus tira da nossa vida quem não nos merece." E aquilo deu um alívio momentâneo. Porque culpar o outro é mais fácil do que olhar pra dor real. Mais fácil do que admitir que ela, de novo, ficou esperando alguém que foi embora. Mas com o tempo, começou a perceber… Talvez a pergunta não fosse por que ele saiu. Talvez a pergunta fosse: Por que ela ficou presa à ausência de alguém que não ficou? Ela viu que aquela saída repentina só escancarou uma dor antiga: o medo de ser deixada. o desejo desesperado de ser escolhida. o costume de se doar por inteiro por migalhas de atenção. A...

“O Olhar Que Fez Ela Acreditar”

 ( Uma história sobre o encantamento por quem apenas passou ) Ela ficou com ele uma vez só. Uma conversa solta, um toque rápido, um olhar que durou dois segundos a mais do que o normal. E pronto. Desde então, ele mal fala com ela. Mas ela não para de pensar nele. Ela mesma se questionava: Como posso me sentir tão ligada a alguém que quase nem fala comigo? A verdade é que ele não fez muito. Mas fez algo que ninguém fazia há tempos: olhou para ela como se enxergasse algo além da superfície. E isso bastou pra acender algo dentro dela. Não era sobre ele. Era sobre o que aquele olhar despertou: a lembrança de uma parte dela que queria ser vista. Que cansou de se sentir invisível. Que estava faminta por reconhecimento. Foi aí que ela confundiu: achou que ele era especial… quando, na verdade, foi o sentimento de ser percebida que a fez se sentir viva. Ela percebeu que o nome dele era só o símbolo de uma ferida antiga: a de precisar da validação de alguém pra sentir que...