Na vida espiritual ou em relações mais equilibradas, sim: dar gera fluxo, dar abre espaço para receber.
Mas nas relações afetivas marcadas por feridas, acontece algo diferente: a pessoa dá para sobreviver, não para compartilhar.
✨ Quando o “dar” vem do medo de perder, da ansiedade de ser esquecida ou da tentativa de comprar presença, ele não abre fluxo. Pelo contrário: cria desequilíbrio. É como regar um terreno seco demais — a água não penetra, só desaparece.
Então a diferença é:
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Dar consciente (amor saudável): vem de plenitude, e naturalmente gera troca.
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Dar de sobrevivência (amor ferido): vem de falta, e acaba atraindo mais falta.
🔹 Perguntas reflexivas
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Quando eu dou, faço isso para compartilhar o que já transborda em mim… ou para não perder alguém?
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Eu me sinto nutrida depois de dar, ou me sinto mais vazia?
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O que eu espero receber de volta quando ofereço tanto?
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Se eu não desse nada hoje, eu teria medo de ser esquecida?
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Meu amor vem de confiança ou de ansiedade?

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